sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Receitinha maromba- cupcakes de abobrinha



     Resolvi começar a postar receitinhas por aqui também, porque muitas pessoas me perguntam, mas o que você come??? não come arroz? feijão? macarrão? Não gente!!! só de vez em quando e assim mesmo sem glúten ( ou seja, nada de trigo, aveia, centeio, cevada e malte) e só para lembrar não sou celíaca, essa foi uma opção de vida que fiz, e em outro post explicarei porque é tão essencial retirar o glúten.
 
 
CUPCAKE DE ABOBRINHA
 
 
 
     Sabe aquele dia de preguicinha??? então resolvi adaptar essa receita que assisti no Programa da Gazeta "Você Bonita".
 
Ingredientes:
 
- 2 abobrinhas grandes (665gr)
-2 C.S de farinha de amaranto orgânica ( 20gr)
-1 cebola inteira (150gr)
-6 ovos caipiras inteiros ou se você for vegano pode usar chia hidrata ( cada C.S de chia equivale a 1 ovo)
-Alho (22gr)
-Farinha de quinoa orgânica( 12gr ou 1C.S)
 
     Agora vem a parte mais difícil ( risos), misture tudo com às mãos, antes lembre-se de untar as forminhas com óleo de coco ( nunca use óleos vegetais- azeite, canola, milho, soja etc., para temperaturas altas)
     O tempo varia de forno para forno eu gosto de alimentos mais tostadinhos então deixei por volta de 40 minutos a 180º.

Renderam 12 cupcakes:
Cada:
6,72gr de carboidrato
4,39 gr de proteína
3,02 gr de gordura
72,42 calorias
 
Bjs e bom apetite.



terça-feira, 6 de agosto de 2013

Entrevista com Gary Taubes (defensor da dieta low-carb) !!!!

    

     A entrevista a seguir foi transcrita da revista O² realizada por Alice Lobo, é uma excelente fonte, para entendermos um pouco mais sobre a dieta LOW -CARB.
     O americano Gary Taubes combate radicalmente o consumo de carboidratos e garante que restrição calórica é mito.
     Quem gasta menos calorias do que come engorda; quem chega ao fim do dia tendo queimado mais calorias do que ingeridas emagrece, certo? Nada disso- de acordo com o jornalista norte-americano Gary Taubes, um dos editores da Science, revista oficial da Academia Americana de Ciências. Ele defende que não é o número de calorias que faz a diferença na balança e sim a quantidade de carboidratos. Segundo sua tese, a presença excessiva no organismo desses pequenos blocos de energia presentes no açúcar, nos pães, biscoitos e nas massas desencadeia processos químicos que geram insulina e mandam o corpo humano estocar gordura.
     Da mesma forma, Taubes, contesta o dogma de que uma dieta rica em gorduras é fator de obesidade e doenças do coração...ele prega um regime que libera a ingestão irrestrita de gorduras e proteínas, mas combate furiosamente os carboidratos, dos quais o açúcar refinado é o representante mais agressivo.
 
     Toda pessoa saudável é magra?
Não. A pessoa magra pode ter síndrome metabólica, que faz o colesterol bom ser baixo, o nível de triglicérides ser alto e a predisposição às doenças cardiovasculares, ao diabetes, ao Alzheimer e até o câncer. Nos Estados Unidos, a síndrome atinge 30% dos adultos- e 8% entre a população magra! E pode existir pessoa acima do peso que não tenha essa síndrome e com menor risco de ter as doenças da disfunção do metabolismo. Se está acima do peso e não tem problemas de saúde, ela é saudável.
 
     Quais são os benefícios da atividade física?
Faz você se sentir melhor, aumenta a resistência, o tônus muscular e o condicionamento físico. E ser saudável é poder fazer o que quiser sem estressar o corpo, quanto, quanto mais você se exercitar, mais será capaz de fazer essas coisas. Mas a pergunta é: o exercício vai fazer você viver mais tempo? Fazer atividade física vai garantir que você não tenha problema no coração, que não seja obeso, não tenha câncer ou Alzheimer? Se você pegar uma pessoa que não é saudável e força-la a se exercitar, isso vai fazer com que ela fique mais saudável? A resposta ainda está em aberto. De toda maneira, pessoas saudáveis são pessoas fisicamente ativas. Então, exercitar-se é, sim, uma parte de ser saudável.
 
     Atividade física ajuda a manter o peso?
Evidências científicas mostram que não. Poucas coisas dão tanta fome quanto o exercício. Primeiro, temos de definir exercício: podemos estar falando de atividades aeróbicas, como corrida, caminhada e natação, ou treinamento com peso. Existem evidências de que, se a pessoa está numa dieta LOW- CARB, treinamentos como a musculação a ajudam a manter ou até a perder peso. Mas isso se ela está nessa dieta. O ponto que defendo é que a obesidade é uma disfunção hormonal desencadeada pela alimentação com carboidratos, com açúcares e grãos refinados. Em curto e longo prazo, eles elevam o nível de insulina, o que faz com que o corpo armazene gordura no tecido adiposo. A pessoa entra num modo em que armazena mais gordura do que queima, e engorda. Não engordamos porque comemos muito ou porque somos sedentários, mas porque a insulina faz com que o corpo acumule gordura. O jeito de reverter isso não é comer menos ou fazer exercícios- é reduzir o nível de insulina no corpo. E a maneira de fazer isso é cortar carboidratos.
 
     Mas o exercício não ajuda nem indiretamente na perda de peso?
De algumas maneiras, a atividade ajuda, sim. Pode facilitar a metabolização do carboidrato. E pode mudar a sua mentalidade. Normalmente, se você vai fazer algum exercício regularmente, isso vem junto com algumas mudanças na dieta, mesmo que não pense nisso. Talvez você coma menos sobremesa, tome menos refrigerante, ou até troque a cerveja por uma versão light. A questão é: se apenas mudar sua atividade física, você emagrecerá? É uma pergunta complicada. Vou argumentar que a atividade física vai fazer você ficar com fome. Se não for logo depois, será no dia seguinte. O corpo precisará repor essa energia.
 
     Uma vez que se consegue perder peso, é possível aumentar o volume de atividade física e tentar reintroduzir alguns alimentos antes restritos?
Possivelmente. A razão pela qual escrevi o livro é para fazer as pessoas entenderem como o corpo funciona. O tecido adiposo também é regulado por hormônios e enzimas. Para acumular gordura é preciso que ele esteja desregulado. Não recomendo a ninguém fazer atividade física no começo de uma dieta porque exercício abre o apetite e provavelmente cria vontade de comer carboidratos. Se você quer perder peso, vai fazer algo que dê fome? Claro que não! Para perder peso, basta cortar o carboidrato que está criando essa disfunção hormonal. Aí você começará a queimar gordura e terá energia para os exercícios físicos. Depois disso, se você começar a se exercitar e sentir fome, ou vontade de comer carbs, talvez seja melhor parar o exercício físico até ter o peso sob controle. Desde que eu esteja certo, é claro.
 
     Como explicar o pneu em pessoas magras quando passam dos 30 anos?
A insulina trabalha para colocar gordura no seu tecido adiposo. E seu tecido adiposo da barriga é mais sensível à insulina. É também sensível à testosterona e ao estrógeno. Quando você envelhece, tende a secretar menos estrógeno e testosterona, e como ambos tendem a inibir a formação de gordura, quando em menor quantidade eles inibem menos. Além disso, inibem a ação de LPL, uma enzima que faz com que nosso corpo armazene gordura. E isso acontece na cintura.
 
     Existe benefício em comer algum tipo de carboidrato?
É uma delícia! (risos) se você é magro e saudável, e não tem síndrome metabólica, a moderação é uma ótima ideia. Algumas pessoas têm sorte, são capazes de metabolizar bem os carbs e podem comer sem se preocupar- mas ainda há a questão do câncer. O açúcar é um fator fundamental para desencadear tumores. Se o açúcar não existisse, o câncer não existiria, ou seria muito raro.
 
     Açúcar vicia?
O comportamento das crianças é um bom indicador de que sim. É difícil imaginar a vida sem refrigerante e sobremesa. O mesmo acontece com o cigarro. Quando eu era fumante, não imaginava ficar sem fumar.. Quando você larga, a vida fica ruim por um ano, mas depois de três ou quatro anos, nem imagina como um dia gostou de fumar e não entende as pessoas que fumam. A mesma coisa pode acontecer com o açúcar. Mas sei que, quanto mais obesa a pessoa é, maior é o desejo e o vício por açúcar e grãos refinados.
 
     Por quê?
Quando a insulina está alta, o corpo está falando para o tecido magro não queimar gordura ou proteína, e sim usar o carboidrato como combustível. Então, quando o nível de insulina está alto, o carboidrato é o único combustível que o corpo quer queimar. Se você assumir que, quanto mais gordo, maior é a disfunção metabólica, maior será o nível de insulina durante o dia e, consequentemente, mais a pessoa vai querer comer carboidratos. Quando o nível de açúcar no sangue desce depois de uma refeição, e sua insulina continua elevada, isso faz com que seu corpo queira mais carbs. Dá para afirmar que, quanto mais gordo, maior o desejo. Outro ponto é que existe a "fase cefálica de secreção de insulina", em que só de pensar e comida a pessoa começa a secretar insulina. Existem evidências de que pessoas mais gordas secretam mais insulina que as magras. Se você pegar um obeso e um magro e eles entrarem em uma loja de donut e sentirem o cheiro de um donut que acabou de sair do forno, o gordo vai produzir mais insulina que o magro. É uma resposta fisiológica e não tem nada a ver com força de vontade.
 
     Um corredor que vai fazer uma prova de longa distância é instruído a seguir na véspera uma dieta high-carb para ter mais energia. Você concorda com isso?
Nos dias que antecedem uma prova de longa distância, corredores são condicionados a pensar que precisam acumular glicogênio- um tipo de carboidrato armazenado no músculos- para ter mais energia. Mas eles podem sim, sem adaptar a uma dieta low -carb, pois numa prova de longa distância é possível conseguir energia para o corpo queimando o carboidrato. Com a retirada do carb, o corpo passa a extrair energia da gordura , um fenômeno chamado cetose. Existe uma corrente crescente que diz que os atletas que se adaptam ao estado de cetose têm performance melhor.
 
     Como o senhor avalia o uso do carboidrato em gel numa prova? Tem algum alternativa? Vicia?
Quando se usa o carboidrato como combustível, é preciso continuar a consumi-lo durante uma corrida de longa distância, pois a pessoa está queimando o que tem de glicogênio armazenado nos músculos. Então ela toma o gel, Gatorade e outras substâncias que contenham açúcar. É preciso armazenar  2 mil calorias sob forma de glicogênio para aguentar 2 horas de corrida. Se você pensar na quantidade de gordura do corpo que se pode queimar, verá que é muito maior. Se uma pessoa tem 10% de gordura corporal e pesa 68kgs, ela tem 6,8 kg de gordura e 60 mil calorias que podem ser queimadas ( 8.800 calorias por quilo de gordura). Contra as 2 mil calorias de glicogênio que vem do carboidrato, o corpo tem 60 mil calorias de gordura. Então, atletas adaptados à cetose, acostumados a queimar a gordura armazenada pelo corpo, não precisam consumir esses géis durante as competições, pois encontram a energia necessária na gordura do próprio corpo, mesmo os magros.
 
     Qual é o peso do fator psicológico no engordar?
Vamos dizer que você está estressado ou deprimido e sua resposta a essas emoções é comer. Agora, vamos imaginar que, em vez de consumir um sorvete, você coma exatamente a mesma quantidade de calorias em ovo e bacon. Você vai engordar? Eu digo que não. O que cria as condições psicológicas conhecidas como causa da obesidade não são as verdadeiras responsáveis. Comer mais não faz ninguém ficar gordo. Se seu corpo quer crescer, como o de uma criança na fase de crescimento, você terá fome. Aí você come. Então, o que fez você ter fome não foi a depressão ou a ansiedade, foi você ter fome e se render a isso. Mas a causa é sempre uma disfunção hormonal.
 
     Não tem nada de psicológico?
Não. É puramente hormonal, um problema metabólico que pode se associar com uma má fase psicológica. Talvez você possa ficar deprimido e ter desejo de comer carboidratos porque de alguma maneira produz serotonina- não sei se é verdade, mas está na literatura médica-, e isso vai estimular a produção d insulina e o acúmulo de gordura. Os alimentos de conforto tendem a ser carboidratos.
 
     O que as instituições de saúde estão fazendo de errado?
Herdaram a crença de que a obesidade tem a ver com quantidade de calorias ingeridas versus calorias gastas. É um jeito muito fácil de pensar. Se você ler o primeiro artigo que escrevi no New York times, bem controverso, vai ver que eu também acreditava nesse desiquilíbrio de energia. A menos que você leia o meu trabalho e de mais meia dúzias de pessoas, você não terá nenhuma razão para duvidar dessa ideia. O fato de esta verdade estabelecida não funcionar para ninguém parece não ser o suficiente para as pessoas questionarem. Continuam achando que a culpa é da força de vontade. Claro que culpar o açúcar ou o refrigerante é complicado, pois a indústrias terão problemas de vendas. É mais simples dizer que é um problema de quantidade de calorias consumidas e que as pessoas tem de compensar o excesso fazendo exercícios. Até a ultima década, não havia ninguém questionando isso a não ser alguns autores de livros de dieta. Mas livros de dietas são feitos só para fazer dinheiro, e não estão compromissados com a verdade.
 
     Por que a obesidade e o diabetes do tipo II são hoje uma epidemia?
No final da década de 1970 e começo da de 1980, começaram a dizer que uma dieta com gordura fazia mal para o coração e que as pessoas deveria seguir uma dieta low-fat ( pouca gordura). Com isso, as pessoas começaram a comer mais carboidratos para repor a gordura. Não quero afirmar que tenha sido por isso, mas o fato é que na mesma época o número de obesos e diabéticos começou a subir demais.
 
     Os asiáticos comem muito carboidrato e não têm problema de obesidade....
Ingerimos uma quantidade muito alta de açúcar por muitos anos e somente remover o açúcar da dieta não é o suficiente para reverter o quadro de diabetes e obesidade que temos hoje. São duas realidades totalmente diferentes. Se a revolução industrial nunca tivesse acontecido, se as indústrias de refrigerantes e doces nunca tivessem aparecido e o consumo de açúcar continuasse o mesmo de antes de 1850- o equivalente ao consumo na Ásia hoje- ou o que era até 30 anos atrás, o diabetes também seria uma doença rara no Ocidente e a obesidade quase não existiria. Quando gerações e gerações consomem muito açúcar, e já existe este problema de diabetes e obesidade, só cortar o açúcar não adianta. Mas se pessoas normais, com 20 ou 30 anos, que são magras e não tem síndrome metabólica, se livrarem do açúcar, provavelmente será o suficiente para ficarem bem. Mas isso representa somente 1/3 da população dos Estados Unidos.
 
     Frutas e verduras são dispensáveis para uma vida saudável?
Algumas populações viveram bem sem as frutas e vegetais. Esse é um ponto que abordo no livro. Mas é bem difícil testar essa ideia. A maior experiência feita até hoje foi da Women Health Initiative, com 49 mil mulheres. Cerca de 20 mil delas foram colocadas numa dieta com baixo teor de gordura, e a maneira de essa dieta ser prescrita era cortar produtos derivados de leite e carnes, em favor de frutas e verduras. Resultado: essa dieta não trouxe nenhum benefício para a saúde delas. Então fizeram essa pesquisa que durou 7 anos e custou, dependendo da fonte, entre meio bilhão e 1 bilhão de dólares, e não mostrou nenhum benefício para as mulheres. Parece razoável dizer que as pessoas precisam de verduras e que elas seriam mais saudáveis se comessem mais verde, mas essa é outra questão. Eu como muita verdura porque minha mãe me falou para comer quando criança. Mas não sei se isso vai fazer com que eu viva mais. Não como fruta porque tenho tendência a engordar e fruta tem muito açúcar. O que eu digo, visto que 2/3 doas americanos estão acima do peso, é que as pessoas não deveriam comer muitas frutas, pois engordam. E se faz mal para o peso, provavelmente também fará para a saúde.
 
     Mas se frutas o corpo não tem as vitaminas de que precisa...
Existe uma crença de que a vitamina é a coisa mais importante na alimentação. Mas antigamente as frutas não existiam o ano todo, dependiam das estações do ano. A ideia de que suco de laranja é uma boa fonte de vitamina c alavancou a indústria de sucos. No livro Good calories, bad calories mostro que o ser humano não precisa de suplementos de vitamina C se não tiver uma alimentação rica em carboidratos- os carboidratos impedem a absorção pelo corpo dessa vitamina, também presente e outros alimentos.
 
     O senhor defende o consumo de carne e gordura animal. Nesse caso, como os vegetarianos devem fazer para emagrecer?
A alimentação não precisa ser baseada em grãos. Você sempre pode melhorar a dieta reduzindo o índice glicêmico e se livrando do açúcar. Mas provavelmente, é mais difícil restringir carbs.
 
     Por que devemos acreditar na sua teoria se existem várias por aí?
Esse é o problema, todo mundo tem uma teoria. Escrevi o livro com a esperança de que as pessoas inteligentes lessem e pensassem que faz sentido para elas. Criei uma iniciativa que acaba de receber uma doação de 40 milhões de dólares da Arnold Foundation, para investir nos primeiros 3 anos das 3 primeiras pesquisas. Defendo que é preciso existir uma ciência melhor para o público decidir em quem acreditar. Realmente parece louco pedir para uma pessoa acreditar em um jornalista. mas estou comprometido a fazer melhores estudos científicos para que isso aconteça.
 
     Como é a deita da sua família?
Eu gostaria de ter mais tempo e me esforçar mais para alimentar meus filhos melhor, mas basicamente tento fazer com que reduzam o consumo de açúcar- com certeza, é bem mais baixo do que o consumo dos seus amigos- e que eles não comam alimentos que minha mãe não deixava a gente comer na década de 1960. Tento dar comida de verdade para eles.
 
Pontos importantes:
  1. Para evitar o acúmulo de gordura, devemos reduzir o nível de insulina, cortando os carboidratos.
  2. Quanto mais acima do peso a pessoa estiver, maior será seu desejo por carboidratos.
  3. O açúcar é fundamental para desencadear tumores. Se ele não existisse, o câncer também não existiria....
  4. De mocinhas a vilãs, as frutas tem muito açúcar e engordam. E isso pode significar menos saúde...
 
     Lendo essa entrevista e outras fontes de pesquisa, me tornei adepta de uma dieta low-carb a alguns meses (começou no ano passado a  minha mudança de vida, sendo bem objetiva em outubro de 2012), escorreguei várias vezes é lógico....porque não é fácil sair com os amigos e dizer que você não pode ir a uma pizzaria por exemplo. Ou deixar de almoçar macarrão ( era fã de massas) ou não comer aquela sobremesa ( era viciada em doces, principalmente chocolate)....com o tempo fica mais fácil, principalmente depois que você entende o porque. Muitos me criticam, muitos ficam abismados quando estou em low carb e emagreço com facilidade, sem sofrimento, não sinto fome. E além disso, treino de 5 a 6 vezes na semana e pesado ( faço boxe/ bike/ corrida/ musculação) e com muita disposição, enfrento provas de 10 km sem problema algum =D.
     Tenho que ser verdadeira e dizer que quando resolvi fazer uma dieta low-carb não tinha nem noção direito do que era, apenas segui o que o blog da Dani Tâmega ensinava, entrei até para um desafio de 12 semanas para secar total!!! nesse tempo consegui baixar meu percentual de gordura de 31,4% para 23,2%, ou seja, WOW como assim??? rsrrs foram 8,2% de gordura ( as datas de avaliação foram 1/10/12 e 20/12/12 - menos de 3 meses), meu peso gordo baixou de 21,6 kgs para 14,6 kgs( 7kgs) e minha massa magra que era meu maior medo perder aumentou na verdade =D de 47,4 kgs para 48, 7 kgs (1,300 kg).
     Muita gente pode perguntar, mas você usou alguma coisa? nessa época usei suplementos normais (Proteína do leite; proteína da carne; bcaa; glutamina; picolinato de cromo; poli vitamínicos; vitamina C; thermogênico) como todos usam, mas que hoje faria diferente. Fiquei imensamente feliz com os resultados, pois deixei de usar 42 e fui para 38 meu grande sonho =D....nas primeiras 2 semanas que comecei a fazer low carb, achei que não aguentaria ( senti dor de cabeça; náuseas; cansaço), pensei em desistir, mas sou sagitariana, e logo, não paro nada na metade. Muitas pessoas reagem assim por que cortam bruscamente os carbs, como fiz, e meu corpo estava viciado. Hoje em dia vivo em low-carb, mas de uma forma totalmente diferente e também não uso mais suplementos sintéticos. Em outro post abordarei um pouco mais sobre minha dieta e sobre todas as mudanças maravilhosas que senti.
 
      Bjs e lembrem-se, o que falta em você não é força de vontade, mas sim compreensão do que comer, e quais escolhas fazer....
 
 
Fonte da entrevista:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
    
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Continuando ....então por que engordamos???

     Vamos começar a falar um pouco sobre a síndrome metabólica, uma doença que apresenta fatores de risco para problemas cardíacos causados principalmente pelo desenvolvimento de resistência a insulina e caracterizada por ter pelo menos 3 dos seguintes fatores:
  1. Alto nível de triglicérides
  2. Colesterol bom (HDL) baixo
  3. Gordura na região abdominal elevada
  4. Hipertensão arterial
  5. Glicemia em jejum elevada
     Quem impulsionou pesquisas sobre a síndrome metabólica foi o médico Gerald Reaven, da Universidade de Stanford. Ele descobriu que a secreção excessiva de insulina e a resistência insulínica  são as causas desse distúrbio metabólico. "Qualquer pessoa que consome mais carboidratos tem de se livrar do excesso secretando insulina" explicou Reaven.
     Segundo o livro Why we get fat, a ciência da síndrome metabólica foi o maior avanço para entender o que causa problemas cardíacos e sua ligação íntima com hipertensão, diabetes e obesidade. Mostra que, se uma pessoa tem pelo menos alguma dessas 3 condições, também tem maior chance de um ataque cardíaco. E explica que quem tem uma delas têm maior probabilidade de ter as outras doenças também.
     " A maneira mais simples de olhar as associações entre obesidade, doença cardíaca, diabetes tipo2, síndrome metabólica, câncer e Alzheimer é o que nos deixa gordos- os carboidratos que consumimos- nos deixa doentes" afirmou Taubes.
     "O que nos deixa gordos- os carboidratos que consumimos-também nos deixa doentes".
     O grande desafio está no fato de que cada corpo tem uma genética e reage de uma maneira diferente aos estímulos. Então o único hormônio que dá para ser controlado nesta luta contra o peso e doenças crônicas é a insulina. Mesmo assim não existe uma receita para o sucesso. Por esse motivo qualquer tipo de regime deve ter acompanhamento médico. As dietas que fazem as pessoas passarem fome provavelmente não vão funcionar, uma vez que ninguém consegue viver eternamente com fome ou vontade de comer. Isso inclusive causa efeitos psicológicos, como mau humor e até depressão. Já a transição de uma dieta rica em açúcares, farinhas e amidos para uma alimentação sem esses ingredientes é difícil e pode até ter efeitos colaterais ( como náuseas, diarreia, cansaço, desidratação, e fraqueza) se não for feita da maneira correta. Mas os benefícios prometem ser para vida toda. A única dificuldade é largar o vício em carboidrato, já que seu consumo estimula ainda mais o desejo pelo mesmo. Mas no final das contas é como Taubes diz; igual ao cigarro: penoso no inicio ,mas muito gratificante ao final quando se consegui.
   A fonte de pesquisa veio da revista O ²


    Bjs e espero que suas mentes comecem a se abrir e que você tente mudar seus hábitos pelo seu próprio bem. Até o próximo post.

2º paradigma: Então por que engordamos???

     Se você é uma pessoa que como eu já cansou de fazer dietas mirabolantes, então deve saber que uma das primeiras coisas que você tem cortar de sua alimentação é o açúcar. Então vamos lá: mas por que cortá-lo de sua dieta??? é preciso entender o por que de tudo e não apenas fazer, pois caso contrário você voltará a consumi-lo.
      O jornalista americano Gary Taubes autor do livro Why we get fat? ( sou louca para ler esse livro, mas ainda não foi traduzido, e infelizmente meu inglês é bem mediano) que defende a teoria oposta a tudo que vem sendo divulgado. O que é proposto pela OMS (organização mundial da saúde) é que a causa principal da obesidade e do excesso de peso é o desequilíbrio energético entre as calorias consumidas e as calorias gastas. Essa teoria é aceita mundialmente e raramente questionada. O conselho no diagnóstico faz com que a recomendação mundial seja unânime: coma menos e faça mais exercícios. Contudo, resultados clínicos não tem obtido o sucesso esperado e a população está a cada dia mais obesa. Pense: se você faz tudo certinho igual seu nutricionista mandou por que você não consegue emagrecer? será que a culpa é realmente sua? chegou o momento de questionarmos e não apenas aceitarmos o que nos é imposto pelas organizações tão bem conceituadas e também pela mídia. Para Taubes, não engordamos porque o metabolismo desacelera. Nosso metabolismo desacelera porque engordamos. As pessoas engordam porque têm disfunção metabólica, o que faz com que o corpo acumule gordura em vez de queimá-la como fonte de energia. Entenda que "NINGUÉM ENGORDA PORQUE COME DEMAIS. AS PESSOAS COMEM DEMAIS PORQUE ESTÃO ENGORDANDO E O CORPO PRECISA DE MAIS ENERGIA" como reverter isso?
 
1-Eliminar da dieta os alimentos com alto índice glicêmico: açúcares, carboidratos e amidos. Pois eles causam desequilíbrio hormonal.
 
2- Alimentos que mais engordam:
*Açúcar ( branco, mascavo, mel, xarope de milho, sacarose, frutose, dextrose, maltose, lactose, glicose, xarope de agave, high-fructose corn syrup; melaço; cana- de- açúcar; suco de fruta concentrado; adoçante de milho)
*Cerveja, suco de caixinha ou natural, refrigerantes não diets
*Doces, bolos, e balas
*Batata, ervilha, milho, cenoura, arroz, feijão, pães, cereais, massa e outros alimentos que contenham farinha
 
3- Você pode substituir por:
* Adoçante somente senão conseguir ficar sem adoçar ( em outro post falarei sobre ele)
* Água (hidrate-se bem)
*Frutas com baixo índice glicêmico como maçã, limão e pera
* Verduras ( principalmente as mais fibrosas, como espinafre), saladas variadas.
 
OBS: para quem mesmo retirando esses alimentos não consiga emagrecer, corte também alimentos que estimulam sua insulina ( refrigerantes diet, leite e seus derivados, café, chá, nozes em geral)
 
     Vamos começar a aprofundar um pouco mais... Você come carboidrato que  se transforma em açúcar no sangue. A insulina é o hormônio  produzido e liberado para regular o nível desse açúcar. parte dele é usada como fonte de energia e se transforma em glicose no sangue ( a outra parte é armazenada no tecido adiposo e nos músculos). Para regular a presença da glicose, a insulina é liberada. O combustível desses alimentos é totalmente utilizado antes de a insulina baixar, o que (exatamente por ainda estar em alta) impede que o corpo use como fonte de energia as calorias armazenadas nas células de gordura ( tecido adiposo) e nos músculos. Sem combustível , o corpo pede mais energia, a pessoa sente fome e come, provavelmente mais carboidrato. Para regular o nível de açúcar no sangue deste novo alimento, o corpo produz e libera mais insulina. Mais uma vez o único combustível do corpo é a glicose, que veio do carb ou açúcar....Esse ciclo interminável não permite que o corpo queime gordura armazenada. Ao contrário, faz com que cada vez mais elas sejam acumuladas.
     A repetição desse ciclo faz ainda com que a pessoa se torne, com o tempo, resistente à insulina e produza cada vez mais o hormônio para regular o nível de açúcar no sangue. O resultado é que o corpo sempre estará com alta concentração de insulina, que mais uma vez impede a queima da gordura armazenada.
 
     A chave para ser magro é manter o nível de insulina baixo!!! mas isso só é possível se o consumo de açúcares, carboidratos e amidos for reduzido drasticamente.
 
    Segundo Taubes, está é a solução para obesos ou para quem tem tendência a engordar- a predisposição é genética e não pode ser alterada. Mas é possível conviver com ela. A genética determina quanto a pessoa queima de calorias e quanto armazena de gordura ou desenvolve músculos.
     Alguns serão magros independentemente de sua alimentação, o que não significa que serão sempre saudáveis. Eles queimam energia com facilidade, seja gordura ou carboidrato, e não armazenam as calorias extras consumidas no tecido adiposo. Normalmente são pessoas que tem mais disposição energia para atividade física. Atletas e maratonistas se encaixam nesse grupo. Para Taubes nem todo mundo engorda porque come carboidrato, mas aqueles que comem carboidratos podem sim culpa-lo.
     A desaceleração do metabolismo com o passar dos anos também pode se outro mito. O metabolismo mais lento não é a causa, e sim outra consequência da resistência a insulina que o corpo desenvolveu. Engordamos pelo fato de nosso músculos ficarem resistentes à insulina e isso faz com que mais energia seja armazenada como gordura, deixando-a menos disponível para músculos e organismo.
     Se carboidrato engorda e dieta low-carb (baixa em carboidrato) emagrece, como é que gordura faz mal para o coração? Esse é o paradoxo que os críticos a essa corrente nutricional tentam explicar.
     Também é consenso médico que alto nível de triglicérides e baixo HDL (colesterol bom) são causados por açúcares e carbs. O baixo HDL é um fator de risco para ataque cardíaco. HDL baixo oferece mais riscos de ataque do que colesterol total alto ou LDL alto. Baseado nessa unanimidade médica, a dieta low-carb é a mais saudável para o coração, pois mantém o nível de triglicérides baixo e o HDL alto. Em setembro de 2009, a OMS publicou uma reavaliação dos dados sobre gordura alimentar e doenças cardíacas: "as evidencias disponíveis de estudos e testes clínicos não são satisfatórias nem confiáveis para fazer um julgamento ou fundamentar os efeitos da gordura alimentar sobre o risco de doenças do coração. Apesar de tudo isso, o conselho dado normalmente para prevenir problema no coração é: elimine a gordura do cardápio- o que realmente resulta na diminuição do colesterol total e do LDL. Contudo, também faz o HDL baixar e os triglicérides aumentarem, ambos fatores que ampliam a chance de se ter doenças cardíacas.
 
    Resumindo, o que Taubes diz,  é que é muito mais saudável para o coração e eficiente para perder peso um café da manhã com ovos, bacon, carnes do que sua versão light cereal com leite, torradas, suco e frutas. É preciso pensarmos como nossa espécie vivia antes de tanta industrialização ( aí entra outra dieta que sigo e acredito e que farei um post sobre ela: a dieta paleolítica), quando o homem se alimentava basicamente de carnes gordurosas de animais que caçava e vivia bem com isso, da dieta dos esquimós (rica em gorduras e proteína),  da dieta cetogênica ( em que  a pessoa retira carbs da sua alimentação e seu corpo passa a queimar gordura como fonte primária de energia).
 
     Outra questão é que as pessoas precisam se preocupar com sua alimentação até mesmo as magras, pois podem ter síndrome metabólica.
 
     Enfim o que aconselho é:  tente se libertar dos carboidratos, pelo menos experimente e veja o que senti....eu sempre gosto de testar novas teorias em mim mesma e com a dieta low carb associada a paleolítica venho obtendo excelentes resultados, em outro post falarei mais sobre isso.
 
Bjs e não acredite quando falam que você não emagrece porque não tem força de vontade, pense: nesse exato momento se você consome carboidratos seu corpo está extremamente viciado, e o maior objetivo é vencer um dia de cada vez.
 
     Os dados que tirei para escrever esse post vieram da Revista O².
 

Recomendo a leitura dela é excelente.
 
 
 












quarta-feira, 31 de julho de 2013

1º Paradigma: o leite e seus derivados

     
 
     Resolvi começar pelo paradigma mais divergente para muitas pessoas. Cortar ou não o leite e seus derivados, o link no final do post nos direciona a um entendimento que nunca havia encontrado. Nossa, mas retirar o leite e seus derivados é realmente necessário???? SIM, como é difícil entender isso, então através do Dr. Lair Ribeiro e dos outros links postados, nossa mente começa a se abrir….Não tenha preguiça de assistir ao vídeo, é extremamente importante. 

Vamos começar a quebrar os paradigmas impostos a nós. De início comece a refletir:
 
1-Por que nós humanos somos a única espécie animal que na fase adulta continua a beber leite???

2-Esqueça o que impuseram a você, abra sua mente aos novos estudos.
 

3-Produtos lácteos não fazem parte da dieta na China, no Japão, na Tailândia….no entanto os habitantes desses países tem uma das MAIS BAIXAS taxas de osteoporose e fratura óssea no mundo!!!
 
4-Se consumir leite e derivados é tão benéfico, “aumenta o cálcio”, então me explique por que em países como o Brasil a cada dia aumentam mais e mais os casos de osteoporose??? e sem esquecer do índice cada vez maior de intolerantes a lactose….vamos refletindo.
 
5-Você sabia que a partir dos 4-5 anos de idade quase todos param de fabricar lactose? então por que continuar a tomar leite???
 
6- Você costuma ter enxaquecas, diarreia, alergias, flatulência….?

     A lactose é um açúcar, é o carboidrato do leite. Sua molécula- como qualquer outra- seja ela de carboidrato, proteína ou gordura- precisa ser quebrada por uma enzima e toda enzima que promova a quebra de molécula termina com sufixo ASE. No caso da lactose nosso organismo depende da lactase para quebrar esse açúcar, do contrário ele não passa para corrente sanguínea na forma de glicose, por onde é transportado até as devidas células que o captam e utilizam na geração de energia. Mas como já citei, o ser humano só possui essa enzima até uns 4-5 anos de idade, depois disso nosso organismo fica deficiente para absorver esse açúcar. Vamos pensar:

1- A absorção dos alimentos ocorre no nosso intestino certo?
 
2- Ele por sua vez não deixa passar nada que suas células  não tenham receptores (até mesmo para proteger nosso organismo)
 
3- Nós não temos receptores celulares para a lactase então como nosso intestino pode absorver isso?

     Sendo assim nosso intestino sofre muito para conseguir metabolizar esse açúcar e, na total ausência da enzima, o sistema imunológico passa então a atacar a lactose, confundindo-a com um antígeno e inflama toda a mucosa local. Daí ela se acumula no intestino e fermenta, com a ação de bactérias, alimentando fungos e outros seres da nossa flora intestinal- o que acaba inclusive afetando nosso sistema imunológico… Mas fora isso tudo, o que mais me preocupa é o fato do leite estar contaminado e todo mundo usando como se fosse bom para saúde. As vacas nas fazendas de confinamento são alimentadas com uma dieta composta de grãos, antibióticos, hormônios de crescimento e outros produtos químicos para aumentar a sua taxa de crescimento e ajudá-las a sobreviver em condições de vida precárias e estressante. Algumas destas toxinas são inevitavelmente excretadas através do seu leite (pois a  ordenha constante provoca inflamação e infecção em torno de tetas da vaca. Esta condição, conhecida como a mastite, pode apresentar pus e sangue no leite).
Sentiu nojo? Então assiste ao vídeo todo e pense se é legal dar leitinho quentinho para o seu filhinho?
 
 
     Outro problema é a caseína, por ultimo e não menos importante, temos a proteína do leite. Todas as fêmeas de mamíferos produzem leite na forma de soro + casein + gordura + lactose.
O problema é que no leite materno humano, a configuração do soro é em forma de ALFA-LACTOALBUMINA, ou seja: 100% do soro materno está nessa configuração. Mas o leite de vaca tem uma configuração BEM diferente do nosso:
- 20% dele está na forma de alfa-lactoalbumina, somente;
- 80% dele está na forma de BETA-LACTOGLOBULINA.
Como o ser humano não foi constituído pra digerir uma proteína BETA, os processos alergênicos e inflamatórios são um desastre para esse tipo de organismo… O NOSSO tipo de organismo. Quem tem enzima nessa configuração é bezerro!
Vamos pros derivados/partes do leite:
Quando se faz queijos, praticamente todo o soro é retirado, restando apenas a casein – que, logicamente, também é uma proteína BETA…mas pera aí whey( aquele suplemento proteíco que você usa) não é soro do leite e agora?????
 
 
 

    
     Para muitas pessoas que usam Whey protein ( suplemento do soro do leite) surgirá uma dúvida e agora tomar ou não tomar???
 
 
     Lendo o blog da Dani Tâmega ( sou mega fã) http://www.danitamegafitblog.com/2013/07/whey-eu-te-amooonao-faz-isso-comigo.html
é possível tirar várias conclusões.... vá lá e leia tudinho.
 
     Para a Dani Tâmega :
 
" Diminua a quantidade de whey na sua dieta ( 1 ou 2 scoops  no máximo e mesmo assim em horários estratégicos). Preste atenção nos veneninhos que existem nos rótulos de tudo o que vc come...
corte a splenda, corte a coca zero, corte os chicletes com aspartame.....substitua-os. Use xilitol , truvia ou mel ( também uso agave, ou tâmaras  nas receitas) para adoçar. Cuidado com as receitinhas fit, elas podem engordar você, elas não fazem parte das dietas...a não ser que coma 1x por dia e esteja inclusa nos seus macros e mesmo assim só é válido para quem já está com um percentual de gordura baixo ou não aguenta mais dietas convencionais. Eu digo SIM ao whey.
Porém, é preciso comprar um confiável, que seja livre de aditivos químicos, adoçantes artificiais, contaminação por metais pesados ​​e lactose. O leite que temos hoje não é mais o mesmo que nossas avós tomavam...Naquela época, as vacas eram alimentadas com grama, grãos não geneticamente modificados, e elas não tomavam antibióticos, hormônios de crescimento e outras drogas, como guloseimas. Então, se você quer tomar whey protein, além de garantir que o seu esteja livre de aditivos potencialmente perigosos ,ele também deve ser preferencialmente derivado de vacas alimentadas com capim que estão livres da doença, livre de produtos químicos, para isso você precisa ver se ele tem no rótulo LIVRE DE  GMO "livre de hormônio e livre de pesticidas. Por último, a proteína de soro de leite também não deve ser tratada em alta temperatura, o que destruiria a maior parte da sua pureza".
 
     Fora isso tem o blog da Penélope Nova que também aborda esse assunto http://acreditabonita.com.br/blog/2013/06/7o-mandamento-da-dieta/.
 
Para Penélope:
 
" Se você já toma whey pode já ter ouvido falar sobre um tipo dela, a hidrolisada – e se ouviu, provavelmente ouviu algo sobre a sua qualidade superior em comparação `as wheys que são somente isoladas e/ou concentradas.
Bonita, hidrólise é o nome da reação de “quebra” da molécula, e isso significa que, se a proteína já está “quebrada”, ela pode ser absorvida até por um organismo que não tenha enzima pra fazer isso – afinal, já tá feito mesmo…!
Além de falar que os wheys que não são hidrolisados não são os otimamente metabolizados,aproveito pra dizer que isso vale também pra caseína.
Para nós, humanos, absorvermos a caseína, ela deve estar na forma “micelar” –  onde possui baixo peso molecular, o que permite absorção, ok? Por isso que não dá pra animar com os queijos e iogurtes… :(
Vale falar que isso tudo vale pro leite de vaca – o mais consumido por nós.
É que no caso dos leites de ovelha e cabra, existe uma similitude com o leite humano, que os tornam razoáveis para o nosso consumo – ao menos quando comparados com o de vaca (porque a questão da lactose/lactase permanece, por exemplo). Esse é um dos motivos pelos quais nossos antepassados, no oriente médio, só se consumiam laticínios feitos com leite desses animais.
A essa altura do post, preciso oficializar o 7º Mandamento da Dieta, que diz:
REDUZIRÁS (ou, quem sabe, ABANDONARÁS) O CONSUMO DE LEITE AND DERIVADOS".
 
     Minha proposta aqui é abrir a mente das pessoas, não sou nutricionista, apenas uma estudiosa do assunto, mas ando realmente pensando em fazer nutrição. Então proponho a você retirar o leite e seus derivados de sua dieta por 4 semanas. Depois me conte o que sentiu….

     Bjs e vamos aprendendo a cada dia mais…. quebrando os paradigmas impostos pela sociedade.


 http://www.youtube.com/watch?v=L8lJ2d1DQvw

http://luizsergio-nutricionista.blogspot.com.br/search?updated-max=2013-06-28T11:14:00-07:00&max-results=7&start=7&by-date=false

http://acreditabonita.com.br/blog/2013/06/7o-mandamento-da-dieta/